Bodas de Prata - Irmão Waldemiro e Maryvania
Tenho Esperança
Irmãos, irmãs e amigos, graça, misericórdia e paz vos sejam multiplicadas. Há momentos na vida da gente que na verdade não sabemos como dirigir o rumo da nossa vida. As enfermidades, um problema de difícil solução, a perda de bens e amigos, a perda de um ente querido, e até mesmo a ameaça da perda da própria vida. Estas situações calam a nossa boca, nos machucam, nos fazem sentir as nossas limitações e incapacidade para a reação necessária para que continuemos a vida e a caminhada vitoriosa. Assim tem sido com milhares de pessoas. Os que já foram antes de nós, os que ainda convivem conosco, fazem uma multidão que cada vez mais cresce sofrendo estas experiências cruéis e por vezes desagradáveis. Mais nada nos faz sentir maior dor do que perder a esperança no momento em que a morte bate a nossa porta e leva da gente a pessoa querida. Aí sim, os nossos argumentos fogem, a nossa palavra fica impotente, o raciocínio enfraquece, a nossa dor não passa e a consolação não chega. A única coisa que fica conosco o tempo inteiro é a esperança. Esta sim, continua falando silenciosamente ao nosso coração. Em duas oportunidades o patriarca Jó experimentou o conforto da presença da esperança e em todas estas oportunidades o patriarca vivia um espectro de morte. Veja o que ele diz: “Os meus dias passaram, e malograram os meus propósitos, as aspirações do meu coração. Trocaram a noite em dia; a luz está perto do fim, por causa das trevas. Se eu esperar, a sepultura será a minha casa; nas trevas estenderei a minha cama. Å corrupção clamo: Tu és meu pai; e aos vermes: Vós sois minha mãe e minha irmã. Onde, pois, estaria agora a minha esperança? Sim, a minha esperança, quem a poderá ver? Ás barras da sepultura descerá quando juntamente no pó teremos descanso” Jó 17:11-16. Mas no segundo momento a nota de esperança se torna mais forte. Diz ele: “Porque eu sei que o meu Redentor vive, e que por fim se levantará sobre a terra. E depois de consumida a minha pele, contudo ainda em minha carne verei a Deus. Vê-lo-ei, por mim mesmo, e os meus olhos, e não outros o contemplarão; e por isso os meus rins se consomem no meu interior” Jó 19:25-27. Igualmente a experiência do apóstolo Paulo também se revestia de esperança quando aconselhava os crentes ao redor do mundo, quando escrevia a sua carta aos tessalonicense. A esperança que nos carrega no colo, nos projeta para uma convicção suprema e nos eleva além das agruras da morte. Paulo diz: “ Não quero, porém, irmãos, que sejais ignorantes acerca dos que já dormem, para que não vos entristeçais, como os demais, que não têm esperança. Porque, se cremos que Jesus morreu e ressuscitou, assim também aos que em Jesus dormem, Deus os tornará a trazer com ele. Dizemos-vos, pois, isto, pela palavra do Senhor: que nós, os que ficarmos vivos para a vinda do Senhor, não precederemos os que dormem. Porque o mesmo Senhor descerá do céu com alarido, e com voz de arcanjo, e com a trombeta de Deus; e os que morreram em Cristo ressuscitarão primeiro. Depois nós, os que ficarmos vivos, seremos arrebatados juntamente com eles nas nuvens, a encontrar o Senhor nos ares, e assim estaremos para sempre com o Senhor. Portanto, consolai-vos uns aos outros com estas palavras” 1 Tessalonicenses 4:12-18. É confortador sabermos que a esperança não nos abandona. Somos bem-aventurados. Temos esperança. Irmãos, irmãs e amigos, graça misericórdia e paz vos sejam multiplicadas.
Euza Lidório, uma mãe missionária
Comecei o ministério com o meu marido, Gedeon José Lidório. Nós fomos enviados a várias cidades do Brasil. Nosso trabalho era plantar igrejas, e foi isso que fizemos durante 36 anos até 1993, quando ele faleceu. Foram anos de muita luta e de muita bênção. Junto com as tarefas das congregações, eu tinha também que cuidar dos meus filhos.
Parece haver muitos filhos que se afastam do Evangelho quando adultos. A instrução dos filhos é diária. Deve ser regada com amor e sabedoria, mas sobretudo com a Palavra de Deus.
Acredito que sim... Deus, através da vida que levávamos, ensinou isso. Eles andavam conosco para todos os lugares. Viram a fidelidade de Deus e aprenderam a serví-lo. Hoje, os quatro têm ministérios organizados. Gedson e Gedeon Júnior são pastores, Eudalva é missionária e Ronaldo também. Já tenho um neto muito envolvido com o ministério. Ainda bem que sempre me preparei para deixar os filhos seguirem os caminhos do Senhor, que podem ser bem longe de mim.
É. Envolve muito choro, muita dor, muita oração. Não é nada fácil, mas temos que nos conscientizar que os filhos não são propriedade dos pais, eles são herança do Senhor, tem as suas próprias vidas, sua própria missão a seguir.
Foi pouco depois que meu marido faleceu. Eu tive oportunidades de continuar trabalhando com igrejas, como no ministério que trabalhamos juntos. Mas vi que tinha agora outro ministério. Ronaldo estava na África e isso me incentivou muito a orar com mais intensidade pelos missionários, não só pelos meus filhos, mas por todos os que estão no campo missionário nas mais diversas partes do mundo, na seara do Senhor.
Não sei se há muitos. O que posso dizer é que sinto ainda muita resistência por parte dos pais. Vejo muitos jovens que querem dedicar suas vidas Deus, ir a lugares não alcançados, ou fazer missões mesmo no Brasil. Os pais fazem seus próprios planos para os filhos, mas o que precisam é lembrar que Deus é quem tem o melhor para nós. Os planos de Deus sempre são os melhores. E nós devemos dar o nosso melhor para Deus, a nossa vida, os nossos bens, nossos talentos e deixar que nossos filhos façam o mesmo.
A Bíblia diz que os jovens devem honrar seus pais. É assim que os jovens devem agir. Missões não é aventura e não é fácil. O jovem que se dispõe a obedecer o chamado de Deus deve saber disso e deve ter sabedoria para agir corretamente, falar com os pais a respeito do chamado que tem. Mas, antes de tudo, ele deve falar à Deus sobre os pais. Se houver dificuldades, Deus vai dar a direção específica a cada um, e principalmente, Ele vai dar paz a respeito de o que fazer, pois a Bíblia diz que a paz é o árbitro, ou seja, ela dá a palavra final, e quando vem de Deus, é sem erro.
Algumas dão muito apoio. Mas vejo um grande problema, que existe há muito tempo. Muitas igrejas ouvem o vocacionado, chamam à frente da congregação, impõem as mãos, oram por ele e mandam ir... Mas ir para onde, com que preparo? E os seminaristas? Que provações passam... Há tantas igrejas que se comprometem e depois parecem simplesmente se esquecer do compromisso que fizeram. Isso é muito grave.
Eu e Gedeon semeamos e colhemos muitos frutos. É o Senhor que dá o crescimento e a graça dele em nossas vidas. Quero louvar a Deus por tudo o que Ele já fez na minha vida e por continuar me usando, com a sua graça. Só à Ele a glória
A linguagem de missões que prejudica o Reino
O louvor termina e nos sentamos. Começa um filme para a promoção de um ministério de misericórdia na África. Em alta definição desfilam crianças com costelas expostas, mães com seios vazios, miséria, fome, doenças, falta de esperança, vergonha. Abaixo minha cabeça. Não consigo mais olhar nos olhos dos africanos ao meu lado. A sensação de igualdade do reino se foi. Tudo o que sobra são os ricos e os pobres, os escolhidos e os não-escolhidos, os que podem dar e os que só recebem de cabeça baixa.
Na hora da oração pergunto ao casal:
-- Como vocês se sentem depois disto?
A mulher me responde:
-- Infelizmente, para sobreviver, me acostumei...
Alguns anos já se passaram. Muitas missões já mudaram seu paradigma de “países receptores e países enviadores” para “todos em todo lugar”. Porém não fizemos ainda muito progresso quanto a nossa linguagem. As tribos ainda são “primitivas”, a África é uma ferida sangrenta, muçulmanos são mouros terroristas e a China é o gigante desajeitado que inspira desconfiança.
Mesmo que alguns possam argumentar que os estereótipos tenham algo de verdade, quando cremos no reino concordamos com a “imago Dei”. A imagem de Deus nas pessoas e nos povos tem que ser o pressuposto que usamos para vê-los. E deve ser mais forte do que as concepções terrenas. Quando preconceitos nos guiam, esperamos o pior, duvidamos, superprotegemos. Se entendermos o valor e a capacidade conferida pela “imago Dei”, seremos levados a outro nível de relacionamento. Esperar o sonho de Deus ser expresso nas pessoas e nos povos nos conduz ao respeito, à mutualidade, a parcerias verdadeiras, ao reino.
Lembro-me de um pastor amigo me dizendo que a maior parte das cartas missionárias que recebia poderia ser intitulada “Meu sofrimento”. Para fazer minha luz brilhar mais forte, pinto as trevas ao meu redor mais densas. “Admire quão santo sou à luz de quão terrível este povo é”. Esse é um hábito comum desde o missionário que descreve a comida horrível e exótica que comeu entre os selvagens até o pastor que enfatiza o testemunho de pecado das ovelhas antes de se juntarem à sua maravilhosa igreja.
Jesus não era assim. Ele encontrava beleza, fé e generosidade onde aparentemente não havia nenhuma. Ele louvou os fariseus na frente dos judeus que os desprezavam, honrou mulheres diante de homens que não lhes davam valor, contou a história do publicano que alcançou perdão em contraposição ao religioso que não o obteve, se gabou da fé do centurião, o epítome do anti-Deus para o judeu de sua época.
O povo-alvo para Jesus era honrado, cheio de fé, corajoso e honesto. Jesus trabalhou para gerar entre as pessoas respeito e apreciação mútua.
Como mudar o hábito de usar essa linguagem missionária baseada em preconceitos e que não promove o reino? A regra continua sendo a mesma proposta por Jesus: “O que você não quer que seja feito a você, não faça aos outros”. Se você não quer que seu país seja referência de malandragem, promiscuidade sexual e corrupção política, então não estereotipe o país, a cultura, o comportamento moral e a economia de seu próximo (Fp 4.8
Procurando ocasião
Irmãos, irmãs e amigos, graça, misericórdia e paz, vos sejam multiplicadas. Procurar ocasião é uma prática criminosa empreendida pelo inimigo ou inimigos, dos inocentes. Foi o que aconteceu no passado e hoje mais do que nunca acontece. Conta-se que um cordeirinho inocente e indefeso estava bebendo água na fonte que corria no penhasco e de repente foi surpreendido pelo faminto e voraz senhor lobo, que se dirigiu para o cordeirinho e lhe perguntou: Por que está toldando a água que eu bebo? Vou devorá-lo! O cordeirinho argumentou: Como se estou bebendo a água que passa depois do senhor lobo? O lobo pensou um pouco viu que estava errado e assegurou. É, mas vou devorá-lo assim mesmo. E devorou o inocente. E assim tem sido. Uma verdadeira caçada mais aproximada a selvageria do que humana, se desencadeia sobre os inocentes e a satisfação dos responsáveis pela caçada chega ao seu ápice quando os seus intentos bestiais são levados a efeito. A respeito do profeta Daniel em Babilônia a procura por defeitos e erros na vida do profeta era uma questão de honra. A prosperidade e o prestígio de Daniel era visíves e a sua ascensão no reino era inevitável, segundo lemos: “Então o mesmo Daniel sobrepujou a estes presidentes e príncipes; porque nele havia um espírito excelente; e o rei pensava constituí-lo sobre todo o reino. Daniel 6:3 Foi o suficiente para a caçada começar. Leiamos o que diz o texto: “Então os presidentes e os príncipes procuravam achar ocasião contra Daniel a respeito do reino; mas não podiam achar ocasião ou culpa alguma; porque ele era fiel, e não se achava nele nenhum erro nem culpa Daniel 06:04” Procuraram achar ocasião no que se dizia respeito ao reino, não encontraram, a procura continua e agora certamente acharemos em relação a lei do seu Deus. Assim lemos: “Então estes homens disseram: Nunca acharemos ocasião alguma contra este Daniel, se não a acharmos contra ele na lei do seu Deus.Daniel 6:5” Até que surprenderam Daniel cometendo o erro de orar tres vezes ao dia ao Senhor criador de todas as coisas. Merece ir para a cova dos leõs e foi, mas o Senhor enviou o seu anjo e livrou a Daniel. O testemunho do salmista coopera para fortalecer ainda mais a veracidade desta procura, diz ele: Falsas testemunhas se levantaram; depuseram contra mim coisas que eu não sabia. Tornaram-me o mal pelo bem, roubando a minha alma.Salmos 35:11-12 E contra Jesus como foi a procura? Mateus registra o caso dizendo: “Ora, os príncipes dos sacerdotes, e os anciãos, e todo o conselho, buscavam falso testemunho contra Jesus, para poderem dar-lhe a morte; E não o achavam; apesar de se apresentarem muitas testemunhas falsas, não o achavam. Mas, por fim chegaram duas testemunhas falsas Mateus 26:59-60” E Jesus foi entregue para ser crucificado por causa da afirmação de duas testemunhas falsas. Olha, e o pior é que, ninguém está imune desta procura. Seja leal, fiel, trabalhador, autentico, verdadeiro, honesto, humilde, pronto para servir, pronto para levar a cruz, fale a verdade e voce será um autentico candidato e objeto para esta procura animalesca e voraz e não se admire se for devorado. Irmãos, irmãs e amigos, graça, misericordia e paz vos sejam multiplicadas.
Histórico da Igreja de Cristo em Mossoró
No dia 02 de junho de 2009, chegou com a família para residir na cidade de Mossoró o Pr. Francisco Higino vindo da comunidade de Melancias onde dirigia uma das maiores congregações da Igreja de Cristo em Apodi, tendo fixado residência até o dia de hoje na Rua Lopes Trovão, 588 no bairro de Boa Vista. Um dos objetivos da sua presença na cidade era arrebanhar famílias crentes da nossa Igreja que vêem de toda Região Oeste para Mossoró e por alguma razão não procuram as Igrejas de Cristo já existentes nesta cidade. O pastor logo deu início as reuniões evangelísticas e de oração usando a área de sua residência e começaram a aparecer os primeiros crentes. No dia 03 de outubro do ano de 2009 foi oficialmente implantada a nossa Igreja com uma grandiosa reunião de adoração tendo a presença de centenas de homens e mulheres que vieram apoiar o trabalho que hora estava sendo organizado. Com pouco tempo o local de reuniões já não estava acomodando as pessoas que chegavam para participarem das mesmas. No dia 19 de fevereiro de 2010, os irmãos se transferiram para um prédio alugado na Rua Felipe Camarão, 1404 no bairro Doze Anos, onde continua até a data de hoje. No dia 07 de maio de 2011 a Igreja esteve reunida para agradecer a Deus pelo aniversário do grupo de louvor composto por senhoras, com o nome de “Vaso de Alabastro” sendo um grupo significativamente numeroso. No dia 18 de fevereiro de 2011 a Igreja organizou a sua primeira congregação na cidade, mais precisamente na Rua Anderson Dutra, 18, no bairro do Aeroporto II. A Igreja mantém um trabalho intensivo e sistemático realizando Escola Dominical, cultos doutrinários, cultos evangelísticos, cultos de jovens, cultos de senhoras, cultos de oração, vigílias de oração, evangelização e discipulado. Somos uma Igreja com objetivos definidos, que defendemos os costumes e princípios doutrinários da Igreja de Cristo no Brasil, zelando pela sua proposta de Igreja militante, adotando as diretrizes organizacionais que emanam da diretoria e das decisões do Conselho Nacional da Igreja de Cristo no Brasil. Somos defensores ardorosos da unidade da Igreja em todos os seus aspectos mais profundos e pertinentes à saúde da Igreja. Não recuamos quando somos acossados pelas injustiças administravas que batem à nossa porta tentando solapar os bons costumes que adotamos como tradição recebida dos antigos ministros e líderes da Igreja. Lutamos com denodo e desprendimento que as vezes sacrificamos,a família, o bem estar e até a própria alma. Somos Igreja de Cristo por opção, por devoção e espontaneamente carregamos o seu vitupério e nos alegramos no seu sucesso e crescimento.
Apodi, 20 de fevereiro de 2011.
Igreja em Mossoró comemora ainiversário




A entrada triunfal
Irmãos, irmãs e amigos, graça, misericórdia e paz vos sejam multiplicadas. O salmo de número 24, é um salmo de louvor que se segundo se comenta, era entoado na oportunidade de adentrar no santuário para a adoração e contemplação da santidade do Senhor. Era feito em uníssono com a pergunta sempre repetida e a resposta igualmente repetida. Quem esse Rei da glória? Era a pergunta, e a resposta vinha em seguida: O Senhor dos Exércitos, Ele o Rei da glória. O salmo é dividido nas seguintes secções: 1. O início é uma afirmativa dando conta de que o Senhor é dono de tudo quanto existe nos céus e na terra, pois Ele criou todas as coisas. “Do SENHOR é a terra e a sua plenitude, o mundo e aqueles que nele habitam. Porque ele a fundou sobre os mares, e a firmou sobre os rios. Salmos 24:1-2” 2.Em seguida, fala da dignidade de quem haverá de estar no monte do Senhor. “Quem subirá ao monte do SENHOR, ou quem estará no seu lugar santo? Aquele que é limpo de mãos e puro de coração, que não entrega a sua alma à vaidade, nem jura enganosamente. Este receberá a bênção do SENHOR e a justiça do Deus da sua salvação. Esta é a geração daqueles que buscam, daqueles que buscam a tua face, ó Deus de Jacó.Salmos 24:3-6” 3. A nota mais forte do cântico congregacional do salmista, é a ultima parte do salmo, dando conta de que o Rei da glória, é forte e poderoso, é poderoso na guerra, Ele é o Senhor dos Exércitos e por isso é que a sua entrada pelas portas deve ser triunfal e festiva e o único que deve adentrá-las. Assim, lemos o texto: “Levantai, ó portas, as vossas cabeças; levantai-vos, ó entradas eternas, e entrará o Rei da Glória. Quem é este Rei da Glória? O SENHOR forte e poderoso, o SENHOR poderoso na guerra. Levantai, ó portas, as vossas cabeças, levantai-vos, ó entradas eternas, e entrará o Rei da Glória. Quem é este Rei da Glória? O SENHOR dos Exércitos, ele é o Rei da Glória Salmos 24:7-10” Há de se concluir, o tamanho da alegria dos que davam ordens às portas para que as mesmas se abrissem, se levantassem, levantassem as cabeças, pois o triunfo do Rei da glória é sinal de ânimo, de encorajamento, de vida espiritual sadia e forte, pois quem habita no lugar santo é envolvido, beneficiado pela presença do Rei da glória. Assim sendo, vale a pena fazer parte do cortejo dos que em uma única voz ordenam as portas para que se abram, ou seja, O rei da glória está presente, o Rei da glória está no seu santo lugar, o Rei da glória está abençoando os que o seguem com inteireza de coração. Irmãos, irmãs e amigos, graça misericórdia e paz vos sejam multiplicadas.
Congregação no bairro do Bico Torto tem novo obreiro
Caminhos sem informações
Irmãos, irmãs e amigos, graça, misericórdia e paz vos sejam aumentadas com aumento de Deus. Andar por caminhos sem as devidas orientações ao viajante, não é nada agradável. Já andei bastante assim. É horrível, agente não sabe se está no caminho certo, não sabe se vai chegar ao destino desejado, que distancia temos ainda que andar e outra série de outros sentimentos tomam conta completamente dos nossos pensamentos. É chato sabe? E quando a gente vai pelo caminho errado e depois de muito tempo é que descobre que estar errado e é obrigado voltar tudo de novo? É um bocado desagradável! Fomos outro dia a uma cidadezinha na beira da praia de nome São Miguel do Gostoso. Até a cidade de João Câmara, tudo bem, estrada sinalizada e a gente vai se informando do caminho através da leitura das placas às margens da estrada. Logo na Br 304 lemos, João Câmara, há tantos kilômetros e a placa indicava que tínhamos que entrar a esquerda, e logo deixamos a BR e entramos em uma estrada Estadual porém sinalizada, as placas diziam quando nos aproximávamos de cada comunidade e de cada cidade que tínhamos que passar, até que chegamos à cidade de João Câmara sem problemas. Mas o nosso destino era Miguel do Gostoso. Deixamos a cidade de João Câmara e começamos a andar em uma estrada estreita, esburacada, esquisita e sem placas, e começamos a andar agora sob as informações que a Maria Helena ia nos dando. Parece que é ali a comunidade fulana de tal, e as vezes não era. A entrada para a comunidade tal é bem ali, e não chegava. Quando chegar bem ali a estrada melhora, e não melhorava. E assim a gente ia andando, sem saber de certo onde estava, e há que distancia estava. Até que enfim, chegamos a BR que nos levava ao Miguel do Gostoso, e aí todo mundo alegre, ouvíamos a Maria dizer: Eu não disse que o caminho era esse? Graças a Deus e as informações escassas da Maria Helena chegamos em paz no Miguel do Gostoso. Lembrei-me de como deve ser difícil para o pecador andar a vida inteira sem informações exatas, tipo: Quando eu morrer, Deus faça de mim o que quiser. Da cabeça para cima ninguém sabe de nada. Se eu merecer, Deus vai me dar um lugar no céu. Oh, terrível! E o pior é que o sujeito anda sem saber para onde e sem certeza de que chegará um dia onde deseja, pois esse tipo de informações não leva ninguém a lugar nenhum! Pois Jesus nos convida a andar em uma estrada certa que nos leva ao destino certo. Ele disse: “ Eu sou o caminho, e a verdade e a vida; ninguém vem ao Pai, senão por mim. João 14:06” E uma estrada completamente iluminada, sinalizada. Ele afirma: “ Eu sou a luz do mundo; quem me segue não andará em trevas, mas terá a luz da vida. Enquanto estou no mundo, sou a luz do mundo João 08:12, 09:05. Meu amigo, este é o caminho certo, sem erros, sem atalhos e cheio de informações seguras para quem anda para o céu. Irmãos, irmãs e amigos, graça misericórdia e paz vos sejam multiplicadas.
Igreja de Cristo em Martins - Culto do amigo

Igreja de Cristo no Brasil - 79 Sob ocomando do Bom Capitão
Café com Deus na Igreja de Cristo em Apodi
Falar de si mesmo
Irmãos, irmãs e amigos, graça, misericórdia e paz, vos sejam multiplicadas. A arte de falar de si mesmo tão praticada em nossos dias, nunca foi e nunca será bem vista por quem tem o mínimo de sensatez. Elogiar-se a si mesmo é tão defeituoso quanto falar mal dos outros. O sábio Salomão que viveu muitos anos antes de nós, já recomendava o não procedimento de falar de si mesmo. Ele disse: “Seja outro o que te louve, e não a tua boca; o estranho, e não os teus lábios. Provérbios 27:02” O apóstolo Paulo ao escrever a sua segunda carta aos Coríntios, manifesta a sua convicção no que estava dizendo porque segundo ele não falava dele mesmo. “Pois não nos pregamos a nós mesmos, mas a Cristo Jesus como Senhor; e a nós mesmos como vossos servos por amor de Jesus. II Coríntios 04:05” E quem melhor do que Jesus para nos ensinar a boa maneira de não falarmos de nós mesmos? O que Ele nos diz sobre o assunto deve ser levado à nossa reflexão mais profunda e com muita seriedade. Olha o que Ele diz: “Se alguém quiser fazer a vontade dele, pela mesma doutrina conhecerá se ela é de Deus, ou se eu falo de mim mesmo João 07:17” Se eu testifico de mim mesmo, o meu testemunho não é verdadeiro.Há outro que testifica de mim, e sei que o testemunho que ele dá de mim é verdadeiro João 05:31 e 32.” E mais: “Se eu testifico de mim mesmo, o meu testemunho não é verdadeiro.Há outro que testifica de mim, e sei que o testemunho que ele dá de mim é verdadeiro Versículos 37 e 38” Segundo o que colhemos do ensino de Jesus, falar de si mesmo não é merecedor de credito e o nosso testemunho é considerado como falso, mergulhado na inverdade, desprovido de verdadeira aprovação. Se quisermos que o nosso exemplo, as nossas boas intenções, o que somos, o que fazemos, tenham repercursões verdadeira e todos reconheçam e nos elogiem, façamos o bem, andemos em sinceridade de espírito, falemos a verdade uns aos outros como é a recomendação bíblica, respeitemos os direitos dos outros, e aí sim, e os outros até com uma certa obrigação nos louvarão e falarão bem de nós, mesmo que não tenham tanto prazer em faze-lo. Façamos o bem, sejamos cumpridores dos nossos deveres e deixemos que o louvor virá expontaneamente, e se não vier, também nós não temos necessidades disso! Porque o que deve ser recompensador e encher o nosso coração de alegria, é o prazer em louvar o nosso Senhor que nos resgatou da nossa vã maneira de viver. E com isto, estejamos contentes. Irmãos, irmãs e amigos, graça, misericordia e paz vos sejam multiplicadas.
Café com Deus - Uma experiencia agradável
Igreja de Cristo em Apodi comemora mes da EBD
A nossa Igreja aqui na cidade de Apodi está comemorando o mes da Escola Dominical com uma programação especial para marcar a data. Este ano estamos estudando o tema: "Escola Dominical, lugar de aprender, praticar e ensinar a palavra de Deus" Algumas tarefas especiais estão sendo dadas as classes para serem cumpridas como forma de motivar a cada aluno a participar da Escola Dominical. A aquisição de alimentos, a maior oferta apresentada, o maior número de visitantes e a resposta de perguntas sobre o estudo a cada domingo, sãoalgumas destas tarefas. Vamos participar, a nossa Igreja ainda apresenta a melhor e a maior Escola dominical em nosso município, vale a pena participar. Cada membro da Igreja deve valorizar este trabalho.











